Dick denuncia
Paulo Tourinho

Paulo Tourinho

A seleção brasileira começou muito mal a temporada de 2019. No primeiro amistoso do ano, neste sábado, não conseguiu ir além do empate por 1 a 1 com o Panamá, em amistoso na cidade do Porto. Ainda que tenha dominado o jogo, como era previsível e obrigatório, a equipe de Tite pecou pela falta de objetividade. Não soube sair da retranca adversária. Não teve criatividade, concluiu muito pouco ao gol adversário e ainda demonstrou insegurança defensiva nas raras vezes em que foi ameaçada.

Foi um péssimo começo de ano para uma equipe que daqui a menos de três meses tentará, em casa, o título da Copa América.

Neymar, que não foi convocado por causa da fratura no pé direito da qual ainda está em recuperação, foi ao Porto assistir à partida em um camarote do Estádio do Dragão.

Detalhe: o Panamá não ganha há quase um ano e contra o Brasil obteve apenas o terceiro empate neste período – são nove derrotas, portanto.

Nem mesmo os testes feitos por Tite podem ser considerados positivos. Lucas Paquetá teve mais bons do que maus momentos e ainda fez o gol brasileiro. Mas esteve longe de encantar. Alex Telles ainda teve a seu favor o bom primeiro tempo. E Eder Militão a rigor não foi testado.

O meio-campo com Casemiro, Arthur e Paquetá mostrou que pode render frutos. Mas não evoluiu como esperado diante de um time bastante defensivo.

Coutinho teve poucos momentos de efetividade e no segundo tempo acabou sumindo do jogo. Roberto Firmino e depois Gabriel Jesus pouco fizeram. Richarlison lutou bastante, mas perdeu gol incrível.

Na terça-feira, a seleção faz o último amistoso antes de Tite anunciar o grupo que disputará a Copa América. Enfrenta a República Checa, em Praga, às 16h45, e o treinador vai escalar vários titulares. Na defesa, por exemplo, o goleiro Alisson, os zagueiros Thiago Silva e Miranda, e o lateral-esquerdo Alex Sandro deverão começar a partida. Marquinhos também tem chance.

O jogo

Com o Panamá bastante fechado – duas linhas defensivas, uma com cinco jogadores e outra, posicionada um pouco mais à frente, com quatro –, a seleção brasileira teve dificuldade de penetração nos 20 primeiros minutos. O time trocava passes, mas não conseguia jogar de maneira vertical.  Basicamente, só levava algum perigo aos panamenhos em bolas alçadas na área.

Foi assim que Firmino teve boa chance de cabeça, aos 17 minutos, após cruzamento de Alex Telles, mas a bola foi para fora.

Mesmo com dificuldade,  o meio-campo do Brasil se movimentava bem. Lucas Paquetá, jogando mais centralizado, se mexia e procurava ocupar espaços, mas não conseguia dar sequência às jogadas. Arthur procurava chegar de surpresa  na entrada da área e foi desse setor que bateu duas vezes seguidas, à direita do gol de Mejía, aos 21 e 22  minutos.

Philippe Coutinho, pela esquerda, estava apagado, apesar do apoio do estreante Alex Telles, que aproveitava o posicionamento recuado do adversário para avançar. Telles, por sinal, fez um bom primeiro tempo.

Na frente, Firmino, mais fixo perto da área, tocava pouco na bola. Richarlison, pela direita, participava mais, mas sem grande efetividade.

Ainda assim, foi Firmino que sofreu uma falta na meia-lua da área aos 25 minutos, após uma roubada de bola, que Coutinho cobrou mal, por cima do gol.

O Brasil, porém, era melhor e chegou ao gol aos 31 minutos. Casemiro, capitão do time ontem, cruzou da intermediária, Paquetá entrou por trás da zaga e emendou de primeira, e ainda contou com a colaboração do goleiro Mejía para marcar.

Naquela altura, Tite já havia invertido o posicionamento dos meias e tanto a produção de Coutinho, mais centralizado, como a de Paquetá, pela esquerda, melhorou.

A defesa do Brasil não tinha trabalho, pois o Panamá não atacava e foi rondar a área de Ederson pela primeira vez somente aos 28 minutos. Mas uma falha até infantil da seleção permitiu ao adversário empatar a partida, embora com um gol irregular.

Aos 35 minutos, após falta de Richarlison, que entrou atabalhoadamente em Cooper na intermediária, a bola foi alçada na área, a defesa brasileira fez a linha de impedimento, mas saiu de maneira descoordenada – e Richarlison correu em direção à área brasileira. Isso talvez tenha confundido o auxiliar, que não percebeu que Machado havia se adiantado para, impedido, desviar de cabeça do alcance de Ederson.

O Brasil, depois disso, manteve o domínio, mas a dificuldade de finalização permaneceu até o final da etapa.

No segundo tempo, a seleção, claro, manteve o controle da bola e concluiu duas vezes em oito minutos. Richarlison acertou o travessão com um chute de primeira após  cruzamento de Fagner aos 5 e Paquetá viu a “brecha’’  e bateu de fora da área aos 8.

Cinco minutos depois, Firmino ajeitou com um toque sutil e Paquetá bateu novamente de primeira, mas chutou em cima de Mejía. Foi a última jogada dos dois, substituídos em seguida por Gabriel Jesus e Everton, respectivamente.

A partir de então, a seleção passou a ter Coutinho definitivamente centralizado e o ataque com Richarlison pela direita, Gabriel Jesus de centroavante e Everton pela esquerda.

Mas o tempo passava e o empate permanecia. E o Panamá vez ou outra atacava. Numa dessas ocasiões, após outra cobrança de falta contra a área de Ederson em que o Brasil utilizou a tática do impedimento, Gabriel Torres acertou o travessão, mas desta vez a arbitragem assinalou a condição irregular do atacante.

Pressionar a seleção pressionava. Chutar, chutava. Mas nada de o gol sair. Richarlison cresceu bastante, com boas jogadas individuais. Mas aos 25 minutos, perdeu na pequena área, chutando por cima o rebote de uma bola cabeceada por Casemiro no travessão.

Felipe Anderson entrou no lugar de Arthur, que estava bem no jogo, movimentou-se e correu bastante e ajudou na “blitz’’ que a seleção tentou a fazer na parte final da partida. Mas, a partir dos 35 minutos, a impressão dada foi que o time se conformou com a dificuldade que estava encontrando. Até as oportunidades de gol se tornaram raras.

Com isso, os minutos finais da partida tornaram-se um suplício para os jogadores – e para os torcedores no Estádio do Dragão. E aos 49 minutos quase que o Panamá vira o jogo. Consequência: a seleção saiu vaiada de campo. Um péssimo começo de ano.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 1 x 1 PANAMÁ

GOLS – Lucas Paquetá, aos 31, e  Machado, aos 35 minutos do primeiro tempo.

BRASIL – Ederson; Fagner, Eder Militão, Miranda e Alex Telles; Casemiro, Arhur (Felipe Anderson), Lucas Paquetá (Everton) e Philippe Coutinho; Richarlison e Firmino (Gabriel Jesus). Técnico: Tite.

PANAMÁ – Mejía; Murillo (Backman), Machado, Cummings, Escobar e Davis; Godoy, Cooper (Walker), José Rodríguez (Arroio) e Quintero (Braune); Gabriel Torres (Fajardo). Técnico: Julio Dely Valdés.

JUIZ – João Pinheiro (POR).

CARTÕES AMARELOS – Cummings, Richarlison e Mejía.

PÚBLICO – 39.410 pessoas.

LOCAL – Estádio do Dragão, em Porto (Portugal).

Os alunos da Rede Estadual de Alagoas deram um show de cultura, artes, ciência, tecnologia, inovação e criatividade no 3º Encontro Estudantil da rede estadual de Alagoas.

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A prefeitura de Passo de Camaragibe começa a semana com trabalho de calçamento das ruas, Segundo a prefeita Vania Câmara, a meta é pavimentar todas as ruas. O levantamento foi feito no período de junho à novembro de 2017 e tem o custo estimado em três milhões.  

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Sem sustos, o São Paulo se classificou para a quarta fase da Copa do Brasil durante a noite desta quarta-feira. Ainda sob o comando interino de André Jardine e observado por Diego Aguirre dos camarotes do Estádio Rei Pelé, o time tricolor derrotou o CRB-AL por 3 a 0, com gols de Marcos Guilherme, Valdívia e Rodrigo Caio.

Com o resultado – construído com a participação de Valdívia nos três gols -, o São Paulo bateu a equipe alagoana por 5 a 0 no placar agregado, uma vez que havia vencido a ida por 2 a 0, no Morumbi. O seu próximo adversário sairá de sorteio a ser realizado pela CBF, na próxima segunda-feira.

Antes, porém, o Tricolor volta o seu foco para o Campeonato Paulista. Provavelmente com a situação de Diego Aguirre já regularizada, a equipe visitará o São Caetano neste sábado, às 16 horas (de Brasília), no Anacleto Campanella, pelo primeiro duelo das quartas de final.

O Jogo – Titulares na vitória contra o Red Bull Brasil, Nenê e Diego Souza começaram o duelo com o CRB como opções no banco. Já Éder Militão e Rodrigo Caio, poupados no domingo, e Jucilei e Anderson Martins, recuperados de lesão, voltaram ao time para fortalecer o sistema defensivo.

Diante da pressão inicial dos alagoanos, o São Paulo aproveitou os espaços para abrir o placar logo aos cinco minutos. Após erro na saída de bola do CRB, Valdívia arrancou pela esquerda e inverteu para Marcos Guilherme. A bola sofreu desvio no meio do caminho, mas chegou no atacante, que acertou belo chute de fora da área, no canto direito de João Carlos, sem chances de defesa.

Ciente que o CRB sentiu o gol, o Tricolor se manteve ligado, mas desperdiçou chance incrível de ampliar a vantagem aos 11 minutos, quando Rodrigo Caio deixou Tréllez na cara do arqueiro, dentro da pequena área. O centroavante, porém, mandou para fora.

Mas o colombiano não seria o único a perder uma grande oportunidade. Aos 29 minutos, Willians Santana recebeu bom passe na esquerda, invadiu a área e chutou cruzado. No rebote de Jean, Neto Baiano, com o gol vazio, furou a bola, que saiu pela linha de fundo.

O São Paulo não diminuiu o seu ímpeto na volta do intervalo e marcou o seu segundo gol no início da etapa complementar. Aos dois minutos, Petros tabelou com Marcos Guilherme e cruzou rasteiro para o meio da área. Valdívia, com o gol vazio, só empurrou para a rede.

Com mais de 60% de posse de bola, os visitantes continuaram em cima. Após cobrança de escanteio perfeita de Valdívia, Rodrigo Caio subiu bem e testou no canto direito. A bola ainda tocou na trave antes de entrar para a alegria do zagueiro convocado por Tite.

Com a vaga praticamente garantida, Jardine colocou Liziero, Brenner e Lucas Fernandes nas vagas de Júnior Tavares, Tréllez e Petros. Mazola Júnior, técnico do CRB, também mexeu na equipe para tentar diminuir o prejuízo. Mas não adiantou. Com a torcida brava com o time da casa, o Tricolor administrou bem a vantagem para consolidar o triunfo em Maceió.

FICHA TÉCNICA
CRB-AL 0 X 3 SÃO PAULO

Local:
Estádio Rei Pelé, em Maceió (AL)
Data: 14 de março de 2018, quarta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Assistentes: Michael Correia e Carlos Henrique de Lima Filho (ambos do RJ)
Cartão Amarelo: Edson Ratinho e Flávio Boaventura (CRB); Tréllez e Petros (São Paulo)
Cartão Vermelho:
Gols:
SÃO PAULO: Marcos Guilherme, aos cinco minutos do primeiro tempo; Valdívia, aos dois, e Rodrigo Caio, aos 13 minutos do segundo tempo

CRB-AL: João Carlos; Ayrton, Flávio Boaventura, Anderson Conceição e Diego; Feijão (Serginho), Edson Ratinho (Rafael Bastos) e Juliano; Neto Baiano (Marcão), Willians Santana e Juninho Potiguar
Técnico: Mazola Júnior

SÃO PAULO:
Jean; Éder Militão, Rodrigo Caio, Anderson Martins e Júnior Tavares (Liziero); Jucilei e Petros (Lucas Fernandes); Marcos Guilherme, Cueva e Valdívia; Tréllez (Brenner)
Técnico: André Jardine (interino)

Do Gazeta Esportiva      

O físico teórico e cosmólogo britânico Stephen Hawking morreu nesta quarta-feira, 14, aos 76 anos, anunciaram os filhos do cientista em um comunicado. Hawking foi um dos mais conhecidos cientistas do mundo.

“Estamos profundamente entristecidos porque nosso querido pai morreu hoje”, declararam os filhos de Hawking, Lucy, Robert e Tim, em um comunicado publicado pela agência britânica Press Association.

“Foi um grande cientista e um homem extraordinário cujo trabalho e legado perdurarão por muitos anos”.

 

Conhecido mundialmente por seus populares livros de divulgação científica - como o best seller Uma Breve História do Tempo - Hawking também chamava a atenção pelo contraste entre sua vitalidade intelectual e sua fragilidade física.

+++ Acervo: Veja Stephen Hawking nas páginas do Estadão

Mesmo sem poder movimentar o corpo ou falar durante a maior parte de sua vida, por conta de uma grave doença degenerativa, o cientista deu contribuições importantes à Física, especialmente com seus trabalhos sobre as origens e estrutura do Universo, que ajudaram a entender o papel dos buracos negros.

Hawking nasceu em Oxford, na Inglaterra, em 8 de janeiro de 1942, no mesmo dia em que a morte do astrônomo italiano Galileu Galilei completava 300 anos. Formado em Física na Universidade de Oxford, tornou-se pesquisador da Universidade de Cambridge, em cosmologia - a ciência que estuda o Universo em sua totalidade, envolvendo sua origem e sua evolução.

Aos 21 anos, em 1963, Hawking foi diagnosticado com esclerose lateral amiotrófica (ELA). De acordo com os prognósticos médicos, ele não teria tempo suficiente para terminar seu doutorado: a previsão era de apenas mais dois anos de vida. Surpreendentemente, ele não apenas concluiu sua tese, como mais tarde ajudou a revolucionar seu campo de estudos.

Rara doença degenerativa, a ELA paralisa gradualmente os músculos do corpo, mas não atinge as funções cerebrais. Aos poucos, Hawking foi perdendo todos os movimentos e a fala foi se tornando cada vez mais difícil.

Em 1985, após uma visita à sede da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (Cern, na sigla em francês), na Suíça, precisou fazer uma traqueostomia após contrair uma pneumonia. A partir dali, perdeu a voz completamente. Imóvel em uma cadeira de rodas, Hawking passou a se comunicar com um sintetizador de discurso construído em Cambridge e combinado a um software que gera uma voz eletrônica. O físico controlava o sistema movimentando músculos da bochecha. Uma versão mais recente do dispositivo permite que os movimentos de seus olhos sejam rastreados para gerar as palavras.

Descobertas. Nos em que se dedicou a estudar as leis fundamentais que governam o cosmos, Hawking propôs que se o Universo teve um início - o Big Bang -, provavelmente terá um fim.

Trabalhando com o cosmólogo Roger Penrose, ele demonstrou que a Teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein leva a concluir que o espaço-tempo, iniciado no Big-Bang, chegaria ao fim com os buracos negros. A tese implica que a teoria de Einstein e a teoria quântica devem estar conectadas - algo controverso até hoje.

Utilizando as duas teorias, em 1974, Hawking teorizou que, por causa dos efeitos quânticos, os buracos negros não são totalmente "negros", mas deveriam emitir um tipo de radiação, contradizendo a ideia de que nada poderia escapar desses corpos celestes. 

A ideia de Hawking partia do princípio de que, graças ao caráter aleatório da teoria quântica, não seria possível a existência do vazio absoluto no Universo. Mesmo o vácuo espacial teria flutuações em seus campos energéticos, fazendo com que pares de fótons aparecessem continuamente, destruindo-se mutuamente logo em seguida.

Mas esses “fótons virtuais” poderiam se tornar partículas reais, caso o horizonte de eventos de um buraco negro os separasse antes que eles aniquilassem um ao outro. Assim, um fóton seria tragado pelo horizonte de eventos e o outro seria liberado no espaço. Essa seria a "radiação Hawking", emitida pelo buraco negro.

Em 2014, Hawking revisou sua teoria de forma surpreendente, ao escrever que "não existem buracos negros". Não existem, pelo menos, da maneira que os cosmólogos os compreendem tradicionalmente. Sua nova teoria descartou a existência de um "horizonte de eventos", o ponto do qual nada pode escapar. Em vez disso, ele propôs a existência de um "horizonte aparente", que seria alterado de acordo com as mudanças quânticas no buraco negro. A teoria permanece controversa.

Seu primeiro livro a se tornar popular foi "Uma Breve História do Tempo: do Big Bang aos Buracos Negros", lançado em 1988. Na obra, Hawking procurou divulgar ao grande público questões fundamentais sobre o nascimento e a morte do Universo. Desde então, o cientista publicou vários outros livros de divulgação, como "O Universo em uma Casca de Noz", "O Fim da Física", "Os Gênios da Física: Sobre os Ombros de Gigantes" e "Uma Brevíssima História do Tempo".

Segunda, 12 Março 2018 23:33

Um novo momento em Passo de Camaragibe

Essa é a frase mais ouvida nos últimos dias pelos professores, alunos, pais e funcionários da rede escolar do município.

Escolas reformadas, merenda de qualidade, ensino diferenciado com uso da tecnologia e musicalidade, trazem os alunos para mais perto da aprendizagem.

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