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O prefeito de Rio Largo, Gilberto Gonçalves (PP), foi condenado a pagar uma multa de R$ 20 mil por fazer propaganda eleitoral irregular. A decisão foi proferida pela Juíza Eleitoral, Maclí Guimarães, por meio da Justiça Eleitoral da Cidade. A sentença é da 15ª Zona Eleitoral.

A sentença ocorreu depois uma representação do Ministério Público Eleitoral apontar que as bandeiras estavam nas ruas de forma irregular, mais precisamente, no descumprimento da Lei nº 9.504/1997 Art 36, Parágrafo 4º, que diz que: “Na propaganda dos candidatos a cargo majoritário deverão constar também, os nomes dos candidatos a vice ou a suplentes de senador, de modo claro e legível, em tamanho não inferior a 30% (trinta por cento) do nome do titular.”

Além da multa, o prefeito terá que pagar mais R$ 1 mil por cada dia que descumpriu a lei. A justiça aguarda o pagamento.

*Redação Alagoas Alerta com assessoria

 
 

Começa nesta quinta-feira (1º) no Fórum da Capital, em Maceió, o júri popular dos irmãos Pagão. Carlos Jorge Cardoso da Silva e Alexandre Cardoso da Silva, que é ex-vereador de Rio Largo, serão julgado pela morte de Valdiano José da Silva, que ocorreu em fevereiro de 2005, na Mata do Rolo, em Rio Largo.

Conhecidos como Jorge Pagão e Júnior Pagão, os réus tiveram o júri popular desaforado para a Comarca da Capital a fim de garantir a imparcialidade do julgamento. O desaforamento foi necessário porque várias pessoas informaram ao juízo do primeiro grau o temor que a população local sentia em relação à família “Pagão”.

O Conselho de Sentença da 8ª Vara Criminal leva a julgamento os irmãos Carlos Jorge Cardoso da Silva e Alexandre Cardoso da Silva, ex-vereador de Rio Largo, acusados de serem os autores intelectuais do assassinato de Valdiano José da Silva, em fevereiro de 2005. O júri popular acontece nesta quinta-feira (1º), às 8h, no Fórum da Capital, e será conduzido pelo juiz John Silas da Silva.

O crime aconteceu no dia 17 de fevereiro de 2005, por volta das 20h30, na Mata do Rolo, em Rio Largo. Valdiano José da Silva teria sido executado pelos réus José Ricardo Simião e Fernando Kléber Hortêncio da Costa, que foram desmembrados deste processo.

De acordo com o processo, José Ricardo e Fernando deflagarem vários tiros contra a Valdiano José a mando dos réus Jorge e Júnior Pagão.

Segundo uma testemunha, o crime teria sido motivado porque os irmãos souberam que a vítima tinha cortado uma pessoa com facão e estaria furtando medidores de água nas residências, causando insatisfação na comunidade.

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